Um dos temas aleatórios que mais me faz perder tempo no YouTube são vídeos sobre Pokémon. Com o lançamento de Sword e Shield, então, é só isso o que aparece no meu feed. Pela quantidade de minutos gastos, tenho certeza de que o Google acha que sou uma criança de dez anos em busca do seu primeiro monstrinho. E, vamos combinar, talvez ele esteja certo.

No meio dessa enxurrada de conteúdo que ando consumindo, vi uma série muito legal que o Lee Gengar está produzindo e decidi trazer para o blog. A proposta é montar um ginásio de cada tipo, com uma equipe completa em todos eles. E não há critério fixo para essa escolha. Se a pessoa gosta mais do mundo competitivo, por exemplo, pode usar esse parâmetro e definir até mesmo o moveset dos pokémons.

No meu caso, as escolhas serão baseadas apenas em minhas preferências. Talvez eu tenha um envolvimento mais antigo com o monstrinho, ache o design legal ou goste dele pelo anime. Não importa, pois será uma seleção extremamente pessoal. Mas, para deixar as coisas mais justas, estabeleci algumas regras:

  • Não repetir pokémons;
  • Apenas um inicial por ginásio;
  • Apenas uma mega evolução por ginásio;
  • Não pode escolher pokémons míticos ou lendários.

Dito isso, vou pegar minhas pokébolas e começar a selecionar quem vai batalhar em cada ginásio.

Ginásio de planta

Mega Sceptile (planta/dragão): o Treecko é um dos meus iniciais favoritos, muito pela personalidade do capturado pelo Ash. Sempre observando as coisas de longe, era um dos mais esforçados da equipe. Quando evolui para Sceptile, dá um grande passo e fica com um design incrível. A mega evolução parece uma árvore de Natal, eu sei, mas até que gosto dela.

Shiftry (planta/noturno): esse é o primeiro pokémon escolhido pelo critério “ter cara de mau”. Gosto de monstrinhos assim e a história da criação do Shiftry é ótima. Baseado em uma lenda japonesa, o guardião das florestas é capaz de produzir ventos muito fortes com suas mãos, o que é uma habilidade que sempre me deixou impressionado.

Gogoat (planta): um dos meus preferidos de Kalos, muito por ter sido mostrado como uma das primeiras montarias nos jogos. Ele conseguir identificar os sentimentos do treinador pelo contato com os chifres é outra coisa muito doida, sem falar que a pré-evolução é muito fofa.

Tropius (planta/voador): esse pokémon é uma bananeira (?) voadora (?), com uma barbicha de frutas. Não faz nenhum sentido, também não é forte competitivamente e, mesmo assim, se tornou um dos meus favoritos de Hoenn por sua estranheza.

Roserade (planta/veneno): a Roselia era incrível, mas a Roserade foi uma verdadeira evolução. O toque misterioso dado pela máscara de festa é o que mais me ganha, fazendo deste um pokémon único e digno de fazer parte do meu ginásio.

Ludicolo (planta/água): se escolhi o Tropius por sua estranheza encantadora, a decisão pelo Ludicolo vem do fator imbecilidade. Sério, dá uma olhada nesse pokémon. É um pato mexicano, de sombreiro e poncho, que passa 100% do tempo em um estado de êxtase. Tem como não amar isso?

Ginásio de água

Mega Blastoise (água): outro dia estava me olhando no espelho da firma e pensei como eu ficaria bem com um Blastoise do meu lado. Foi assim, 20 anos depois, que decidi o meu inicial favorito de Kanto. O Mega Blastoise um incremento bem-vindo ao tartarugão, com um mega canhão que só me faz gostar mais dele.

Golisopod (inseto/água): este é um dos meus pokémons favoritos de Alola. Primeiro, por ser um inseto aquático sem cara de bonzinho. Segundo, por ser um verdadeiro valentão em qualquer time. Só de olhar para ele você sente que pode ser esmagado e, por isso, ele tem um lugar na minha equipe.

Sharpedo (água/noturno): desde que foi anunciado, o Sharpedo se tornou um dos meus pokémons favoritos. A mescla de ser um tubarão com um torpedo é incrível, dando um visual único para esse pokémon. E ver ele sendo usado como montaria em Alola só trouxe mais carinho.

Kingdra (água/dragão): como já deu para perceber, gosto de pokémons com cara de mau. O Seadra sempre foi um dos meus favoritos por isso, aliado a algo que prezo bastante: alta velocidade. O Kingdra foi uma evolução não esperada, mas muito bem-vinda. Ele me dá medo só de olhar, então é uma ótima adição para este time.

Lanturn (água/elétrico): para balancear o time com cara de mau, trouxe o Lanturn. A tipagem água/elétrico foi novidade na época e explodiu minha cabeça. Além disso, é baseado em um dos peixes mais legais, o que faz com que seu design seja um dos melhores para os tipos aquáticos.

Lapras (água/gelo): o grande companheiro do Ash na Liga Laranja é adorável e, ao mesmo tempo, muito poderoso. Quando o Lapras some no meio do próprio nevoeiro ou quando congela a água com seus poderes, minha paixão por esse pokémon só aumenta.

Ginásio de fogo

Mega Houndoom (noturno/fogo): para quebrar o padrão de iniciais sendo as mega evoluções, escolhi o Mega Houndoom para este posto. Este também é um dos meus pokémons favoritos, pois quem não gostaria de um cachorro do demônio? A mega evolução só acentuou esses traços, deixando ele mais amedrontador ainda.

Infernape (fogo/lutador): podem falar o que quiserem dos iniciais de fogo/lutador, mas gosto de quase todos (exceto o Emboar, que é bem feio). O Blaziken, por exemplo, entraria em qualquer outra lista, mas não consegui encaixá-lo aqui. E mas o conceito do Infernape e a forma como ele foi tratado no anime. Ganhei um carinho enorme por ele e, com certeza, seria um dos pokémons mais poderosos desse ginásio.

Arcanine (fogo): não confio em uma pessoa que não goste do Arcanine. Foi o pokémon que mais quis ter quando era criança e, pensando com mais calma, ainda é um dos que eu mais queria ter ao meu lado hoje em dia. É um dos designs mais simples e, ao mesmo tempo, mais bonitos de toda a história dos jogos.

Alola Marowak (fogo/fantasma): a primeira forma alternativa a aparecer nessa lista é, para mim, uma das melhores que foram introduzidas em Alola. Acrescentar o tipo fantasma a ele é um tributo à triste história desse pokémon e a chama ser o espírito da mãe buscando vingança é mais incrível ainda.

Turtonator (fogo/dragão): outro pokémon de Alola que me ganhou desde o momento que foi anunciado. Ele é uma das tartarugas mais estranhas que já foram apresentadas nos jogos, mas, ao mesmo tempo, consegue passar uma sensação de que tem tudo sob controle. É mais um pokémon com cara de mau que coloco na minha lista.

Centiskorch (inseto/fogo): para começar com os pokémons de Galar, preciso dar destaque para a centopeia de fogo. Gosto muito do potencial da tipagem do Centiskorch, repetido apenas em outro monstrinho que vai aparecer mais para frente. Sem falar que o design dele é maravilhoso, mostrando a imponência o perigo que ele pode gerar.

Ginásio elétrico

Mega Ampharos (elétrico/dragão): se eu tenho uma certeza nessa vida é que em todos os meus saves de Gold, Silver e Crystal há uma Ampharos. Por mais que tentasse evitar, lá estava eu capturando uma Mareep e treinando para ela virar uma Ampharos logo. Gosto muito dele ser um pokémon que parece ser feito de borracha, isolando a eletricidade. E a mega evolução deixou ele mais fabuloso ainda, com esses cabelos L’Oréal Paris (“porque você vale muito”).

Luxray (elétrico): de todos os pokémons elétricos que listei aqui, o que mais queria ter ao meu lado é o Luxray. Puta que pariu, que pokémon lindo. É só isso que tenho a dizer sobre ele.

Zebstrika (elétrico): é outro pokémon que dispensa explicações. É uma zebra elétrica, com um visual incrível e que eu amo de paixão.

Galvantula (inseto/elétrico): quem me conhece saber que não gosto nem um pouco de aranhas, mas preciso dar o braço a torcer para a Galvantula. É um pokémon super simpático, que combina duas tipagens que achei que não veria juntas.

Alola Raichu (elétrico/psíquico): tenho que admitir que gosto mais da versão de Alola da evolução do mascote da série. Os traços mais arredondados, a ideia dele flutuar na própria cauda e a tipagem psíquica me ganharam sem muito esforço. É uma mudança muito bem-vinda para um pokémon que, vamos combinar, ninguém se importava muito.

Manectric (elétrico): na minha cabeça, o Manectric é amigo do Luxray e acho que os dois fazem um ótimo par de mamíferos (embora os pokémons nasçam de ovos) elétricos. Apesar de eu não gostar da mega evolução dele, acho a versão de Hoenn incrível e sempre tive ele nos meus times.

Ginásio de insetos

Mega Heracross (inseto/lutador): o Heracross é um dos insetos mais bem feitos do mundo pokémon. Baseado em um besouro de luta, ele traz tudo que faz um bom monstrinho para batalha, com uma força incrível e um visual maravilhoso. Não sou o fã número um da mega evolução dele, mas entre as possibilidades, era a melhor.

Masquerain (inseto/água): esse é um pokémon que não sei porque gosto tanto. Talvez seja por ele ser a evolução do Surskit, um dos estágios iniciais mais interessantes de todos. Talvez porque ele é muito bonito e um dos poucos pokémon com essa tipagem. Talvez tenha sido só amor à primeira vista. O que importa é que eu não poderia deixar o Masquerain de fora.

Yanmega (inseto/voador): a partir de agora começam os insetos com cara de mau. Passei boa parte da minha infância em um sítio, com muitas libélulas em volta do açude. Quando o Yanma foi divulgado, é claro que ele se tornou um dos meus pokémons favoritos. Mas ele era muito fofinho e as libélulas não são tão fofinhas assim, então o Yanmega corrige esse problema e me fez gostar ainda mais dessa linha evolutiva.

Volcarona (inseto/fogo): o segundo pokémon com essa tipagem nesta lista, mas seria impossível deixar a Volcarona de fora. A dificuldade para evoluir esse pokémon é diretamente proporcional ao tanto que ele é forte e bonito. É uma mariposa de fogo, sabe? Não tem como ser mais malvadão do que isso.

Vikavolt (inseto/elétrico): mais um representante de Alola e mais um pokémon com cara de mau. O Vikavolt foge dos padrões dos insetos regionais e constrói um monstrinho único, ameaçador e digno das florestas tropicais daquela região. Imagina encontrar um bicho selvagem desses?

Orbeetle (inseto/psíquico): esse é um dos meus pokémons favoritos de Galar. A mistura de uma joaninha com um disco voador é algo que eu não imaginava ver, mas o que me ganha mesmo é ele ser um monstrinho super inteligente, sem falar que a gigantamax dele é a melhor de todas.

Ginásio voador

Mega Aerodactyl (pedra/voador): poucos pokémons são tão mau encarados quanto o Aerodactyl. Não é por menos, já que estamos falando de um pterodáctilo de pedra. A mega evolução não o muda tanto assim, acrescentando algumas pedras espinhosas e uma barbicha, mas é o suficiente para eu escolhê-lo para liderar minha equipe de voadores.

Hawlucha (lutador/voador): este está, fácil, no meu top 3 pokémons de todos os tempos. A mistura de uma ave com um lutador mexicano é perfeita, com o bico se transformando em uma máscara e as asas fazendo a vez de capa. E a personalidade do Hawlucha do Ash só contribuiu para eu gostar ainda mais desse pokémon e querer um no meu time.

Talonflame (fogo/voador): de todos os pássaros regionais, o Talonflame é meu preferido. Ele é um enorme falcão de fogo, sabe. As penas dele têm o formato de pequenas chamas e os detalhes em amarelo deixam ele ainda mais ameaçador. Não tem como deixar ele de fora.

Gliscor (terrestre/voador): falando em pokémon com cara de mau, temos o Gliscor. Morcegos já não as criaturas mais bentas do mundo, mas então você decide mesclar com um escorpião e cria um dos monstrinhos mais incríveis de todos.

Honchkrow (noturno/voador): eu já gostava bastante do Murkrow, mas quando deram uma evolução para ele baseada em um gangster, me apaixonei mais ainda. Ele tem a cara de quem mantém milhões de negócios ocultos e que vai te roubar sem você nem perceber. Quer pokémon melhor do que isso?

Skarmory (metal/voador): quando o tipo metal foi apresentado, o Skarmory era, para mim, o símbolo máximo. Ele é quase uma máquina de guerra, blindada para te atacar do ar e destroçar cada pedaço de carne do seu corpo. É magnífico em todos os sentidos.

Ginásio venenoso

Mega Beedrill (inseto/veneno): a contraparte da Butterfree nunca teve tanto destaque quanto com sua mega evolução. E, vamos combinar, que mega evolução! Abelhas não são animais muito amistosos, mas dessa vez ela foi transformada em uma máquina de matar. E só por isso já merece um lugar no meu time.

Crobat (veneno/voador): há quem odeie o Zubat pelas infestações nas cavernas, mas eu não me importo. Até gosto dele, para falar a verdade. O Golbat eu já acho imbecil, com aquela cara de panaca. Mas o Crobat resolve todos os problemas e ganha um design arredondado, asas extras e cara de quem realmente vai te intoxicar.

Salazzle (veneno/fogo): a combinação única me ganhou logo de início, mas ver ela em ação – tanto nos jogos quanto no anime – foi o que me fez agarrar um carinho enorme pela Salazzle. E é estranho falar isso, mas ela tem uma sensualidade envolvida, que faz parte da personalidade do pokémon. É um conceito incrível para um monstrinho tão incrível quanto.

Scolipede (inseto/veneno): pokémons insetos e venenosos são muito comuns, mas nenhum consegue colocar tanta banca quanto o Scolipede. Ao mesmo tempo em que ele tem uma cara de sonso, ele é assustador. E escolhi a versão shine (a primeira desta lista) porque os tons vermelhos combinam muito mais com esse pokémon.

Toxtricity (elétrico/veneno): mais um monstrinho de Galar na lista e mais um com uma tipagem única. Se o Toxel é uma fofura em forma de pokémon, o Toxtricity parece um punk que desistiu de tentar parecer mau. Além disso, o tom amarelado dessa versão combina muito bem com o roxo, dando um visual único para ele.

Nidoking (veneno/terrestre): o representante de Kanto deste ginásio é um dos pokémons mais amedrontadores da região. Minha cabeça associa imediatamente a linha evolutiva do Nidoking a todas as vezes em que fiquei envenenado nos jogos, então seria impossível não colocá-lo justamente neste time.

Ginásio normal

Mega Pidgeot (normal/voador): se o Talonflame é meu pássaro regional favorito, o Pidgeot vem logo na sequência. Acompanhamos por tanto tempo o Pidgeotto do Ash que esquecemos o quão legal é a evolução dele. E transformá-lo em mega acrescentou as cores que ele precisava para chamar ainda mais atenção e deixá-lo mais imponente. É uma escolha segura e uma arma para este ginásio.

Farfetch’d (normal/voador): este é meu pokémon preferido de todos os tempos. Sei que ele é fraco e inútil (pelo menos até a chegada de Galar), mas eu sempre gostei muito do Farfetch’d. A ideia dele carregar um alho-poró e utilizá-lo como arma sempre me encantou e as possibilidades que isso abre são enormes. Mal posso esperar para ver a nova versão dele em ação durante o anime.

Snorlax (normal): poucos pokémons são tão legais quanto o Snorlax. Tudo o que ele faz é comer e dormir, atingindo o sonhos de 99% das pessoas deste mundo. Mas quando ele decide acordar, sai da frente. Ele é poderoso, tem acesso a um arsenal de golpes diferentes e um hp alto, o que faz dele um monstrinho difícil de ser batido.

Stantler (normal): se tem uma coisa que não me conformo é o Stantler não ser normal/psíquico. É algo que eu já ficava indignado quando estava jogando e algo me deixa pilhado até hoje. Ele tem potencial para isso, basta a pokémon company querer. Por essa confusão, acabei me afeiçoando bastante a ele ao longo do tempo e com certeza teria um nessa minha equipe.

Girafarig (normal/psíquico): esse sim é um pokémon normal/psíquico, com um design incrível e que merecia mais destaque por parte da Pokémon Company. A ideia da cauda ter um pequeno cérebro é um conceito incrível e que deveria ser melhor explorado.

Stoutland (normal): minha predileção por esse pokémon surge por um único motivo: Sherlock Holmes. Ele me parece um cachorro que acompanharia a Scotland Yard em uma investigação e só por isso eu já queria no meu time. Sem falar que todo o arco dele no anime de Sun and Moon foi lindo e me fez agarrar mais amor ainda.

Ginásio terrestre

Mega Steelix (metal/terrestre): o Onix é um dos pokémons de Kanto que mais me agradam e, quando ele ganhou uma evolução, foi uma grande surpresa. Ela ter o tipo metal foi um benefício extra, que só deixou o monstrinho melhor ainda. A mega evolução não é uma das minhas favoritas, mas é impossível negar que essas pedras gravitando ao redor do pokémon dão um ar muito amedrontador.

Donphan (terrestre): se todos os fãs de pokémon tem um trauma com o rollout da Miltank, eu decidi usar isso a meu favor com o Donphan. Sempre tive um no meu time para poder usar esse ataque e matar as pessoas de raiva. E por que escolher ele e não a vaquinha? Porque ele é perfeito para ser uma roda, com um design incrível que possibilita isso. Um dos melhores pokémons de Johto, sem dúvidas.

Krookodile (terrestre/noturno): um dos pokémons mais mau encarados de todos os tempos. Ele tem cara de que comanda uma gangue e vai roubar até mesmo sua alma. Sem falar que é um baita crocodilo, o que dá mais medo ainda. Só isso já é o suficiente para ele ter um espaço na minha lista.

Golurk (terrestre/fantasma): certa vez tive uma aula sobre monstros e mitos judaicos e me ensinaram a origem do golem (não o pokémon, mas o ser mitológico). Fiquei fascinado com isso e, desde então, tenho um carinho enorme pelo Golurk. O remendo que ele tem no peito é um charme extra que só me faz acreditar que ele é um monstrinho quebrado e que precisa de atenção.

Mamoswine (gelo/terrestre): quando ele foi divulgado, não gostei dessa máscara estranha entre os olhos do Mamoswine. Com o tempo, porém, comecei a me acostumar com ela e hoje até gosto bastante desse pokémon. Sem falar que a combinação de gelo e terrestre é bastante curiosa e vale como fator surpresa no ginásio.

Palossand (fantasma/terrestre): sou daquelas pessoas que não se importam com pokémons objetos, então você verá outros nesta lista. Mas o primeiro a aparecer é aquele que gosto mais. A ideia de um castelinho de areia assombrado é incrível, com diversas possibilidades que se abrem por ele ser um pokémon fantasma. Com certeza ele seria uma das armas secretas desse time.

Ginásio lutador

Mega Medicham (lutador/psíquico): havia outras opções para eu colocar como a mega evolução, mas decidi ir pelo não óbvio. Gosto muito do conceito de um pokémon que medita ser também lutador, criando uma tipagem pouco comum. A versão mega ganha ares mais místicos, o que me atrai bastante e me fez elegê-la para este posto.

Sirfetch’d (lutador): falei lá em cima que o Farfetch’d é meu pokémon favorito de todos os tempos e, quando surgiram os rumores de que ele evoluiria em Galar, fiquei apreensivo. Isso só passou quando anunciaram oficialmente o Sirfetch’d. Que monstrinho incrível, com uma forma única de evoluir e todo um conceito por trás. Ou seja, não é difícil prever que ele estaria neste ginásio também.

Hitmontop (lutador): como bom brasileiro que já fez capoeira, o anúncio do Hitmontop veio acompanhado de muita expectativa. É uma pena que ele não se mostrou um pokémon competitivo, mas mesmo assim prefiro ele a suas contrapartes socadoras e chutadoras.

Breloom (planta/lutador): com uma tipagem bem rara, o Brellom surpreende por ser extremamente forte. Por trás dessa cara de bobo, ele esconde uma boa técnica e status interessantes. Sem falar que é divertido ver uma mistura de lagarto com cogumelo lutando por aí.

Bewear (normal/lutador): a grande surpresa de Alola foi o Bewear que acompanhou a equipe Rocket. Ele podia ser insuportável às vezes, mas era carinhoso e dono de uma força descomunal. Mesmo que pareça dócil, tem um poder interno que não pode ser descartado. Por isso, adoraria ter um nesse ginásio.

Lucario (lutador/metal): esse é o pokémon mais modinha da minha lista, mas não teria como deixá-lo de fora. O Lucario tem tudo para ser um dos mascotes da franquia e até filme próprio ele já ganhou. Poderia ser facilmente a minha opção de mega evolução, mas preferi escolher um que eu gosto um pouquinho só a mais.

Ginásio de pedra

Mega Tyranitar (pedra/noturno): falando em pokémon com cara de mau, não poderia deixar de fora aquele que mais ostenta isso. Com uma linha evolutiva curiosa, que passa por uma metamorfose como um inseto, ele é um dos meus monstrinhos preferidos. E a mega evolução do Tyranitar conseguiu deixar ele mais mau encarado ainda, o que me agrada bastante.

Sudowoodo (pedra): eu gosto de tudo que envolve o Sudowoodo. Ele parecer uma árvore, mas ser do tipo pedra. Ele ter essa cara de imbecil. Os dedos imitando folhas. A pré-evolução. Absolutamente tudo nele me agrada e, por isso, tem um lugar cativo nesse ginásio.

Lycanroc Midnight (pedra/noturno): as três evoluções do Lycanroc são incríveis, com uma boa mecânica de evolução e treinamento até chegar ao seu ápice. Mas a versão Midnight é a que considero mais curiosa, pois traz a ideia de um lobisomem e deixa o pokémon ainda mais assustador.

Kabutops (pedra/água): os criadores de Kanto tinham uma tara com mãos de foice que é difícil de explicar. Scyther e Kabutops dividem essa peculiaridade, o que deixa os dois muito ameaçadores. Ele ser o primeiro fóssil do jogo e ter cara de um monstro pré-histórico só ajuda a gostar mais ainda dele.

Tyrantrum (pedra/dragão): de todos os fósseis divulgados até hoje, os meus preferidos são os de Kalos. Não é por acaso que os dois estão nessa lista, sendo que o Turantrum vem para ocupar a cota de pokémons com cara de mau. É tiranossauro com um colar de espinhos, então para mim já tem as credenciais para entrar no meu ginásio.

Aurorus (pedra/gelo): do outro lado, temos a graciosidade do Aurorus. As pedras incrustadas no corpo e as membranas que parecem uma vela de navio deixam o pokémon ainda mais bonita, entrando na minha cota de monstrinhos lindos no ginásio.

Ginásio metálico

Mega Aggron (metal): olha para a cara desse bicho e vê se você não sairia correndo ao encontrar com ele na rua. Eu sairia, com certeza. Se o Aggron já era assustados, a mega evolução trouxe camadas extras de armadura e um ar mais ameaçador ainda. A escolha perfeita para um ginásio metálico.

Metagross (metal/psíquico): de todos deste post, o Metagross é o pokémon mais estranho. Vamos combinar que ele é bem feio, quase um cosplay de X-Men com esse x na cara. Escolhi a versão shiny porque acho ela menos feia, mas não é isso que está em jogo aqui. Ele está na minha lista porque, apesar de tudo, é um pokémon que acho incrível. Fico imaginando como seria encontrar um trem desses pessoalmente. Imagina o medo que não deve dar?

Aegislash (metal/fantasma): esse é um dos pokémon objeto que as pessoas odiavam até ver o potencial no competitivo. Agora ninguém mais fala mal do pokémon espada e escudo (não confundir com os jogos sword and shield), tornando-o figurinha carimbada em todos os bons times. Como eu não poderia ficar de fora, é lógico que ele estaria no meu ginásio.

Scizor (inseto/metal): mais um pokémon que, na minha cabeça, é o grande símbolo do tipo metal. Quando foi anunciado que o Scyther teria uma evolução e que para obtê-la seria necessário trocar com alguém junto com uma roupinha de metal, achei incrível. E o design do Scizor só ajuda a gostar mais dele, com um ar ameaçador e uma velocidade absurda.

Klefki (metal/fada): mais um pokémon objeto e que já recebeu muitas palavras de ódio da comunidade. Como não me importo com isso, vou colocar o Klefki no meu ginásio porque gosto bastante da ideia dele ser um pequeno ladrão e guardar chaves mestras para invadir casas, além de ser uma ótima opção no competitivo.

Corviknight (voador/metal): para terminar a lista, o pokémon mais hypado de Galar. Sim, vou colocar o Corviknight aqui porque ele chegou para roubar um lugar no pódio das aves regionais mais legais, com uma tipagem que gosto bastante e um design que mete bastante medo.

Ginásio de gelo

Mega Abomasnow (planta/gelo): já vi muitas pessoas descendo o pau no Abomasnow, mas tenho que admitir que gosto bastante dele. A ideia de um pinheiro misturado com o abominável homem das neves é bem interessante e a mega evolução dá um ar mais ameaçador para este pokémon.

Alola Ninetales (gelo/fada): desafio encontrarem alguém que não gosta do Ninetales de Alola. Se a pessoa dizer que é só um pokémon qualquer, corte os laços na hora porque ela é mau caráter. Essa foi uma surpresa super bem-vinda na nova região, que transformou um dos monstrinhos mais bonitos de todos os tempos em algo ainda mais bonito.

Froslass (gelo/fantasma): das evoluções do Snorunt, minha preferida é a Froslass. Muito porque a lenda que inspirou esse pokémon é fascinante, de uma lenda japonesa sobre um espírito de gelo. O design é encantador e, ao mesmo tempo, te deixa intrigado. Um dos melhores pokémons de todos os tempos.

Weavile (noturno/gelo): mais uma evolução que veio para melhorar aquilo que já existia. O Sneasel era um pokémon muito bem pensado e o Weavile só potencializou o que já era bom, deixando com um ar mais ameaçador, de que pode te atacar a qualquer momento se você der bobeira.

Delibird (gelo/voador): na cota de pokémons imbecis, temos o Delibird. Ele não tem evolução, o design é meio bizarro e o ataque de entregar presentes é aleatório demais. Mas mesmo assim eu amo esse pokémon e vou defendê-lo com todas as minhas forças.

Frosmoth (inseto/gelo): a região de Galar trouxe algumas tipagens únicas e que merecem destaque, como é o caso do Frosmoth. Já tínhamos mariposas venonosas (Venomouth e Dustox), voadoras (Mothim) e de fogo (Volcarona) e agora vem essa belezinha de gelo. É um pokémon lindo e majestoso, capaz de causar uma grande destruição. Ou seja, perfeito para o ginásio.

Ginásio noturno

Mega Absol (noturno): sempre achei o Absol muito bonito. A ideia dele ser o pokémon desastre e viver isolado por ser frequentemente culpado pelas desgraças que prevê também me encanta bastante. Quando anunciaram a mega evolução e deram um ar de anjo para ele, fiquei ainda mais apaixonado. E saber que ele odeia essa forma super poderosa faz dele um pokémon ainda mais fascinante.

Zoroark (noturno): esse é outro pokémon que caiu nas graças da comunidade e que também não vou conseguir deixar de fora do meu ginásio. As possibilidades abertas pela habilidade de mímica do Zoroark são infinitas, sem falar que ele tem um dos designs mais instigantes do mundo pokémon.

Sableye (noturno): a primeira vista, o Sableye assusta por sua estranheza. Ao invés de olhos, ele tem pedras preciosas. Seu jeito lembra o de alguém que vai se esgueirar pelas sombras e te matar com uma faca. E sua mega evolução é ainda mais interessante, com um cristal enorme protegendo o pokémon. É outro que amo de paixão e vou defender para todo o sempre.

Bisharp (noturno/metal): se há um pokémon que se pareça com uma máquina de guerra, esse pokémon é o Bisharp. Ele me lembra muito os soldados criados para filmes de ficção científica e só por isso já acho seu design maravilhoso. Tem um lugar cativo nessa lista e no meu coração.

Malamar (noturno/psíquico): esse foi um monstrinho que só fui prestar mais atenção depois do anime e, meu deus, que arco incrível deram para ele. A super inteligências aliada com um espírito de gênio do crime combina demais com o visual e o transformou em um dos melhores pokémons de Kalos para mim.

Hydreigon (noturno/dragão): para representar a região de Unova, não há como deixar o Hydreigon de fora. Ele não tem espaço no meu ginásio de dragões, mas aqui se encaixa perfeitamente. Ele tem uma aura que combina com os pokémon noturnos e as três cabeças do dragão o deixam ainda mais amedrontador. Seria um monstrinho surpresa e a maior arma secreta do meu ginásio.

Ginásio de fadas

Mega Gardevoir (psíquico/fada): por conseguirmos um Ralts logo na primeira rota do jogo, ter uma Gardevoir é natural. Tão natural que, em todas as vezes que joguei, tinha uma no meu time. A mega evolução não traz nada de realmente novo, mas é uma opção interessante para colocar aqui (até mesmo porque vou usar o Gallade em outro ginásio).

Clefable (fada): mesmo 20 anos depois, o episódio da Montanha da Lua está impregnado na minha cabeça como um dos mais marcantes de pokémon. É quando o Brock captura o Zubat e quando descobrimos que a Clefary vem do espaço. Acho que ela é um dos pokémons mais bem resolvidos da primeira geração e tem um espaço garantido nessa lista.

Florges (fada): esse é um dos pokémons que mais representam o tipo fada e traz um conceito interessante, de se aliar a uma flor. Sua cor, inclusive, varia de acordo com isso. Acho um design muito bem acertado e com um grande potencial dentro da história. Seria uma ótima adição para meu ginásio.

Togekiss (fada/voador): nunca pensei que fosse gostar tanto de uma evolução do Togepi quanto gosto do Togekiss. Acho o Togetic meio desconjuntado, mas tudo se resolve nesse estágio, quando ele ganha formas mais arredondas e se parece mais com uma ave (meio estranha, mas ainda assim uma ave). Ele é lindo e foi muito bonito ver a evolução do pokémon da Misty no anime.

Sylveon (fada): a única eeveelution dessa lista é a personificação do tipo fada. Ela foi lançada junto com o anúncio do novo tipo e tem tudo o que se espera de um pokémon desse tipo. Sem falar que ele é lindo, com uma leveza que poucos monstrinhos têm.

Grimmsnarl (noturno/fada): falando em leveza, isso tudo é deixado de lado no Grimmsnarl. A evolução final do maravilhoso Impidimp é um monstro para ninguém colocar defeito. O lado assustador faz jus ao tipo noturno, então seria uma ótima opção para quebrar o padrão desse ginásio.

Ginásio psíquico

Mega Alakazan (psíquico): não dá para falar de pokémon psíquico sem falar da linha evolutiva do Alakazan. Capturar o Abra era uma questão de sorte e evolui-lo para Alakazan um pequeno parto, pois era necessário trocar com o coleguinha. Mas quando ele chega no estágio final, que pokémon fenomenal! Sua mega evolução dá um ar mais místico, o que curto bastante e gostaria de usar pelo menos uma vez.

Gothielle (psíquico): na minha cabeça, a Gothielle é a prima feia da Gardevoir. Aquela trevosa que está toda de preto nas festas da família e toma vinho no cemitério com os amigos. Então criei um carinho por ela e, sempre que possível, tento ter uma no meu time.

Xatu (psíquico/voador): acho o conceito do Xatu muito curioso. A ideia dele enxergar o futuro com o olho direito e o passado com o esquerdo me fascina . Seria uma ótima opção para um time de psíquicos e para a própria vida.

Gallade (psíquico/lutador): se no time de fadas coloquei a Gardevoir, aqui preciso colocar o Gallade. A contraparte masculina daquele pokémon tem um visual mais agressivo, pronto para a luta. Acho o contraste muito interessante e ter os dois poderia ser um confronto incrível.

Chimecho (psíquico): mais um para a cota de pokémons fofinhos. Ele me lembra bastante aquele sino dos ventos, mas menos irritante, e consegue ter uma aura boa. Mas o que mais me ajudou a gostar desse pokémon foi quando o James, da equipe Rocket, teve um. Ele é bonitinho demais e merece um lugar no meu ginásio.

Slowking (água/psíquico): ter um pokémon extremamente burro evoluindo para um mega inteligente é um conceito muito bem trabalhado, ainda mais quando a evolução ocorre porque o Sheldon morde a cabeça de um Slowpoke, ativando o cérebro. Como pokémon psíquico, essa inteligência tem potencial para ser trabalhada em um ginásio.

Ginásio fantasma

Mega Gengar (fantasma/veneno): da mesma forma que é impossível falar do tipo psíquico sem citar o Alakazan, também não dá para listar fantasmas e não colocar o Gengar. Trouxe a versão shiny porque ela é mais assustadora que a normal, ainda mais durante a mega evolução. É, sem dúvidas, um dos melhores pokémons de Kanto e um dos melhores de toda a franquia.

Cursola (fantasma): a evolução do galarian Corsola ganhou meu coração assim que foi anunciada. Fazer uma versão fantasma de um coral é genial, ainda mais nos tempos atuais de negação do aquecimento global. Ter um pokémon que é a representação do nosso tempo, com um design bem resolvido e um conceito forte por trás, é demais para minha paixão.

Mimikyu (fantasma/fada): outro pokémon que veio do nada e ganhou a admiração de toda a comunidade. É muito triste aprender porque ele usa a fantasia de Pikachu e nunca sabermos qual a verdadeira forma do Mimikyu. Ele tem um carisma único que faz dele, para mim, um dos melhores pokémons de Alola.

Trevenant (fantasma/planta): dentre vários pokémons fantasmas muito bem desenvolvidos, o Trevenant ainda assim consegue se destacar. Ter uma árvore possuída por um espírito é um conceito muito legal e perigoso, pois ela também consegue controlar todas as outras árvores que estão ai seu redor. Em paralelo, ela é uma defensora das florestas, o que me agrada mais ainda. É um baita pokémon, sem dúvida alguma.

Chandelure (fantasma/fogo): para encerrar os pokémons objetos, vamos falar de um dos mais legais de todos. Ser um lustra amaldiçoado ajuda o Chandelure a ter uma tipagem incomum, aumentado o potencial para o monstrinho brincar com fogo e assustar seus adversários. Além disso, tem um poder competitivo que ninguém esperava quando ele foi anunciado. Por isso, tem um lugar cativo nesse ginásio.

Mismagius (fantasma): da mesma forma que o Honchkrow, eu já amava a Misdreavus antes da evolução ser anunciada. E quando veio a Mismagius, o fantasminha foi transformado em uma bruxa com um design lindo e que é impossível de ignorar na minha lista de fantasmas.

Ginásio dragão

Mega Salamence (dragão/voador): este é o segundo dragão desta lista que passa por uma metamorfose antes de chegar à fase final e acho isso muito interessante. Mas ele tem um design final muito bonito, parecendo uma verdadeira máquina de combate. A mega evolução, porém, não curto tanto assim. Mas entre ele e o Garchomp, não tinha nem dúvidas de qual colocar.

Noivern (voador/dragão): que me desculpe o Crobat, mas este é meu pokémon morcego favorito. Ele tem um ar de deus mexicano, com orelhas supersônicas que só aumentam o poder de fogo do monstrinho. É um design muito bem resolvido e que deixa ele ainda mais assustador.

Flygon (terrestre/dragão): ainda vou fazer o meu top de pokémons favoritos, mas são grandes as chances do Flygon estar entre eles. É um monstrinho que evolui de outro que ninguém dava nada por ele (Trapinch) e se torna um dragãozinho simpático, com ares de aviador. Todo o design dele é bonito e eu queria abraçar ele por ser tão legal.

Garchomp (dragão/terrestre): o último pokémon com cara de mau dessa lista tem a maior cara de mau de todos. Afinal, é preciso dizer uma verdade: o Garchomp é muito feio. Ao mesmo tempo, porém, ele é fascinante. Esse incomodo que ele me causa é suficiente para eu me afeiçoar e ter um no meu ginásio.

Dragonite (dragão/voador): o dragão inicial, aquele que começou tudo. Ele pode não ser tão legal e bonito quanto as suas pré-evoluções (Dratini e, especialmente, o Dragonair), mas mesmo assim tem um lugar especial no meu coração. Lembro da dificuldade para conseguir um nas versões Fire/Blue e o quanto lutei para evoluir meu. Só por isso já merece um lugar aqui.

Dragapult (dragão/fantasma): o último pokémon desta lista é, também, um dos últimos da national dex – descoberto recentemente em Galar. A tipagem do Dragapult faz dele um monstrinho único, mas o que mais me conquistou foi o design. Ele começa como um pequeno Dreepy, cresce para Drakloak (e passa a carregar um Dreepy na cabeça) e evolui para o Dragapult, que funciona como um impulsionador para os dois Dreepys que tem consigo. É um conceito muito legal e merece uma vaga no ginásio.