Brunín

Jornalista por profissão; escritor por teimosia; amante de uma caminhada forçada; dono do Spotify mais aleatório do Brasil; tuiteiro de palavras doidas; viciado em seriados; proprietário de uma estante cheia de livros; atleticano calejado; procrastinador oficial; ama fazer listas.

Frango

Quando recebi a notícia que o Frango estava abandonando o galinheiro, meu primeiro pensamento foi recrutá-lo imediatamente para a minha obra. Pensei que ele ia ser difícil de convencer, que nunca iria querer vir, que aprontaria um escândalo. Mas para a minha sorte, tudo acabou sendo bem fácil. Eu tive que prometer um poleiro próprio e tive que proibir que uma tal galinha gorda de entrar aqui. Ele vai ter uma coluna aqui no blog falando sobre como é ser um frango e como é ver o mundo a partir dessa perspectiva. Quer uma prévia do que vai rolar? Eu fiquei sabendo que ele cultivou umas memórias por algum tempo. Elas estão lá para serem degustadas.

Rafael Fontana

Escritor nas horas vagas (e nas horas em que está ocupado também) e (quase) Químico dividido entre a ciência e a literatura. Perdido em Lugar Nenhum há muito tempo e agora não sabe mais como sair dessa bizarrice. Passou umas temporadas no Mundo da Lua, mas não se adaptou à gravidade (ou falta dela). Pseudo-músico, vocalista aprendiz e tecladista inexperiente (sem falar na falta de habilidade no manuseio de um violão). Quer ganhar o Nobel de Literatura, mas o melhor que conseguiu foi um bico aqui nessas obras. Não recebe sequer um centavo. Mas pra que serve o dinheiro quando se pode viver na pele o drama e a injustiça do trabalho forçado?